Descrição das tabelas: dias representando os anos do diluviano; expansão e regressão do Grande Mercado pós-diluviano – Resumo dos capítulos I, II, III e IV do livro O DILÚVIO

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  Livro: O DILÚVIO – Na cronologia da realidade sócio-histórica pré e pós-diluviana interpretada pela cronologia da teoria da genealogia de Adão – LINHA DO TEMPO (Art. 4, Intr., p. 22-25) www.tribodossantos.com.br

         Mostraremos as tabelas que tratam, especificamente, do período pertinente ao processo do dilúvio. No qual, o autor da teoria da genealogia de Adão representou, em dias, os anos correspondentes. Essas tabelas estão explicadas, mais detalhadamente, no Capítulo III: “Dias representando anos no processo diluviano: passagem da era pré para a era pós-diluviana.[1] Em resumo, podemos adiantar que o autor em tela focalizou o processo do dilúvio, pela perspectiva de uma fase de transição da era pré-diluviana (= Pré-II Período Intermediário) para a era pós-diluviana (= Pós-II Período Intermediário).

         Focalizaremos, também, as tabelas concernentes à “Fase da expansão do grande mercado pós-diluviano”. O modelo dessas tabelas é assemelhado ao modelo das tabelas apresentadas no Art. 2.[2]

         Exporemos, finalmente, as tabelas relativas à “Fase da regressão do grande mercado pós-diluviano.

         No Capítulo I, procuramos mostrar alguns (13) dos aspectos que o autor da teoria da genealogia de Adão quis focalizar, de modo explícito ou implicitamente.

         No Capítulo II, explicamos o método que empregamos para aplicar a teoria da genealogia de Adão. Partimos de duas datas históricas: cerca de 1788 a.C. (fim da XII Dinastia egípcia e fim do Médio Império); por volta de 3200 a.C. (início da Primeira Dinastia egípcia e do Antigo Império). Ambas admitidas, reconhecidamente, por conceituados historiadores. Nas tabelas relativas à era pré-diluviana, empregamos, simultaneamente, essas duas datas. E, as demais datas delas deduzidas, através de simples cálculos matemáticos sugeridos, implicitamente, pelo autor da teoria da genealogia de Adão. Desse modo, em cada coluna de “data” ou de “período” pertinente a uma mesma determinada etapa sócio-histórica, podemos comparar uma data com a outra e respectivas ordens cronológicas, tendo como referência a ordem cronológica proposta pelo autor da teoria da genealogia de Adão.

         No Capítulo III, procuramos demonstrar, que o autor da teoria da genealogia de Adão empregou, como meio de codificação, a noção de dia no lugar de ano, e mais outras simbologias, para representar diversos aspectos pertinentes ao processo do “dilúvio”: período de caos interno seguido de outro período, este caracterizado pela invasão seguida da ocupação do Egito pelos hicsos; a partir do Alto Egito, notadamente de Tebas, as velhas e/ou novas elites reagiram e novamente dominam as populações pobres trabalhadoras rebeladas; a seguir, tais elites empreenderam revoltas contra os hicsos; finalmente, sob o comando centralizado nas mãos de Amósis, as elites expulsaram os hicsos; Amósis fundou a XVIII Dinastia, assim teve início o período chamado Novo Império, no curso do qual se encerram os últimos resquícios do “dilúvio”, ou seja, últimos indícios da regressão Noé.[3] Enfim, o autor da teoria da genealogia de Adão ressalvou, no contexto do dilúvio, o aspecto de passagem da era pré para a era pós-diluviana.

         No capítulo IV, apresentamos as tabelas das quais já falamos.

[1] Cf. Art. 15. Dias representando anos no processo diluviano: passagem da era pré para a pós-diluviana. (Art. 15, Cap. III, 1.;2.;3.;4.;5.;6.;7., p. 53-64)

[2] Cf. Art. 2. Descrição das tabelas da fase de expansão do Grande Mercado (Art. 2, Int., p. 14-19)

[3] Os “hebreus” (apiru) consistiam num grupo de “sem terra” constituído de elementos oriundos de diversas nacionalidades (Cf. Fohrer, G. História da Religião de Israel, p. 26). A libertação ou talvez a expulsão dos “Hebreus” do Egito ocorrera cerca de 1300-1250 a.C. Essa migração sem destino certo foi, certamente, um dos últimos resquícios do dilúvio. Pois, a ida dos israelitas famintos para o Egito ocorrera cerca de 1700 a.C., isto é, em pleno dilúvio e com o Delta já ocupado pelos hicsos, onde os “sem terra” permaneceram, parece, em condições toleráveis enquanto os hicsos se mantiveram no poder. Para os hicsos, os trabalhadores nacionais egípcio (felá) eram, talvez, menos confiáveis que os “sem terra”. Este quadro pode ter mudado, a partir de 1580 a. C., com a vitória final comandada por Amósis.